Ex-marido de Riassa Dourado é indiciado por difamação e violência psicológica

A Polícia Civil do Piauí indiciou, em 21 de agosto, o médico Geraldo Vieira Diniz Júnior pelos crimes de calúnia, difamação, injúria, violência psicológica e denunciação caluniosa contra a ex-esposa, a enfermeira Riassa Dourado, de 36 anos, mãe de suas duas filhas. Riassa havia sido denunciada por maus-tratos e perdeu a guarda das crianças há mais de dois anos.

Ex-marido de Riassa Dourado é indiciado por difamação e violência psicológica. Foto: Reprodução/Redes Sociais

A disputa pela guarda das crianças iniciou após a separação do casal. De acordo com Riassa, Geraldo com quem ela manteve um relacionamento de 14 anos a impede de ter contato com as filhas. A mãe permaneceu em silêncio devido ao processo estar em segredo de Justiça pelo fato de envolver menores de idade, mas em 23 de março decidiu compartilhar a situação por meio de uma publicação em suas redes sociais relatando a situação e desde seu desabafo Riassa têm recebido apoio de diversas mães que realizam manifestações e se movimentam nas redes sociais pedindo “#JustiçaporRiassa”.

“Comecei a viver na pele o luto do fim de um relacionamento, a buscar meus direitos na justiça e, como consequência, perdi a convivência com minhas filhas. E inevitavelmente nesse processo eu me perdi. Precisei de tempo pra me encontrar, pra levantar a cabeça e me posicionar. O que jamais perdi foi a fé e a sede pela justiça”, relatou Riassa.

Em apoio à Riassa Dourado, mães fazem manifestação na frente de fórum. Foto: Reprodução/Whatsapp

Em 15 de abril, Riassa divulgou uma nota afirmando que as alegações de maus-tratos contra as filhas são totalmente falsas. Ela destacou ainda que todos os boletins de ocorrência foram investigados pelas autoridades competentes e arquivados, sem qualquer indiciamento.

“É completamente falsa e irresponsável a alegação de que exista qualquer comprovação de maus-tratos por parte de Riassa. Todas as denúncias feitas por meio de boletins de ocorrência foram devidamente investigadas pelas autoridades competentes e arquivadas, sem qualquer indiciamento. O Ministério Público manifestou-se pela ausência de elementos que justificassem a continuidade das acusações, e o Poder Judiciário revogou todas as medidas protetivas anteriormente impostas. Os processos, inclusive, foram oficialmente arquivados”.

O indiciamento ocorreu no âmbito de inquérito policial instaurado pela 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Teresina, sob a condução da delegada Valéria Cristina da Silva Cunha.

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