O advogado criminalista Armando Serejo, com mais de 20 anos de atuação, analisou a prisão preventiva da influenciadora digital Tainá Sousa, alvo da operação Dinheiro Sujo e presa desde o último dia 2 de agosto. Segundo ele, o principal fundamento para a medida, um suposto plano para matar autoridades, entre elas jornalistas, um delegado e um deputado estadual, não se sustenta nas provas apresentadas.
Serejo citou o print utilizado pela investigação, em que Tainá, em conversa privada com o pai, diz que “ainda tem uns cinco para ferver” após mencionar críticas recebidas.
Para o advogado, “nem com muito esforço consegue-se extrair a arquitetura de um plano para ceifar a vida de quem quer que seja”. “Não existe em nosso ordenamento jurídico nenhum tipo penal que descreva como um crime você querer mal alguém”, completou.
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