Falta de saneamento básico preocupa conservação dos Lençóis Maranhenses

A precariedade do saneamento básico no Maranhão acendeu um alerta de especialistas ambientais sobre os Lençóis Maranhenses, recém declarado patrimônio natural da humanidade pela Unesco. Apesar da alta no turismo, segundo dados levantados pela Folha de São Paulo, a falta de esgotamento e o tratamento dado aos resíduos sólidos já causa reflexos no principal chamariz dos municípios que cercam a região.

Mesmo recebendo quase 400 mil visitantes somente no primeiro semestre deste ano, a infraestrutura das cidades que margeiam o parque segue precária. Em Barreirinhas, porta de entrada para a região, 60% da população ainda depende de fossas rudimentares e apenas 7% tem acesso à rede de esgoto.

O lixo é dividido entre queima a céu aberto e um aterro de 60 mil m² que, embora localizado a 20 km do centro de Barreirinhas, é próximo o suficiente para ameaçar o equilíbrio ambiental dos Lençóis. Já na vizinha Santo Amaro do Maranhão, a situação é ainda mais crítica: só 0,22% dos moradores estão ligados ao esgoto e 63% do lixo produzido é queimado.

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